Hoje estava pensando como seria o trabalho perfeito pra mim. Apesar de já ter 28 anos, acho que ainda não defini uma carreira pra chamar de minha. Só sei definitivamente o que gosto e o que não gosto. Talvez o que eu menos goste é da falta de valorização do trabalhador, ou seja, o trabalho pode até se escroto, tipo limpar a bunda de lutador de sumô, contudo, se a pessoa se sentir valorizada pelo que faz. Realmente acreditar que aquilo que ela faz é importante é o máximo. Digam o que quiserem, mas pra mim, num ambiente de trabalho, nada melhor do que saber que aquele pouquinho que você faz em sua rotina de trabalho é considerado importante, necessário para o bom funcionamento do todo.
Talvez ainda mais do que isso, saber que quando você precisar de apoio e compreensão, poderá sentir que existe isso dentro do ambiente de trabalho, seja entre colegas, seja da parte de seus superiores.
Infortunamente, a gente só percebe esses detalhes quando não recebe o apoio que gostaria de estar recebendo... É evidente que existem pontos positivos que aprende nesses tempos sobre o que quero, um deles é que o problema não é atende ao público, mas vender produtos que eu não acredito que sirva pra qualquer pessoa. Como vender geladeira pra esquimó, ou anéis pra quem não tem dedos...
Espero que um dia consiga achar algo que me deixe um pouco satisfeita, mas só de não me agredir já seria um bom começo...
terça-feira, 18 de novembro de 2008
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Um comentário:
deve ser por isso que para muitas pessoas o trabalho é absolutamente impessoal, a pessoa não tem qquer ligação com aquilo que faz, deixa de acreditar na importância do que faz, contanto que venha o salário no fim do mês. também não é a solução ideal, mas deve ser menos agressiva, e faz adquirir um cinismo retumbante!
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