Não sei se são os medicamentos, a tal da cortisona, que conserta uma coisa e estraga duas, ou é simplesmente a minha rotina de trabalho, mas que eu ando intolerante ultimamente eu ando. Sei que não é culpa dos pobres coitados ignorantes, contudo, confesso que eles me irritam.
Irritam na medida que tenho a sensação de estar sendo explorada pela falta de vontade aprender deles, pela comodidade de ter alguém que faça aquele serviço por eles. De saber que o trabalho não é e jamais será valorizado.
Nesses momentos eu tenho certeza que fui bem sociabilizada, se não o fosse, já teria dado uns bons tapas em alguém. Se estivesse no Texas, já teria dado uns tiros também. Graças a minha total incapacidade de exteriorizar esses sentimentos, a humanidade ainda não me viu num verdadeiro dia de fúria a lá Michael Douglas.
Por isso eu digo: "Sou a favor do desarmamento!"
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
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